A empresa brasileira de entregas iFood anunciou este sábado um fundo de 1 milhão de reais para ajudar os correios que param devido ao surto de coronavírus. A ajuda é válida tanto para aqueles que têm COVID-19 quanto para aqueles que precisam ser colocados em quarentena.

A notícia foi revelada por Diego Barreto, Diretor Financeiro da startup, exclusivamente ao jornalista Bruno Capelas, do jornal O Estado de S. Paulo. A ONG Ação da Cidadania será responsável pela gestão do fundo.

Depois de demonstrar por atestado médico ou via telemedicina que ele está mostrando sintomas, o correio receberá comida ou uma soma, por sua comida e subsistência de sua família, com a ajuda da ONG, para 14 dias. O Brasil é o país latino-americano com o maior número de casos confirmados. Toda a região já tem mais de 250 casos confirmados, e as autoridades de saúde esperam que este número seja bastante elevado nos próximos dias.

O Colombiano Rappi enviou uma mensagem para seus usuários do CEO, Simón Borrero, na noite de domingo dizendo que a empresa está trabalhando incansavelmente com as autoridades locais e especialistas em saúde de fornecer o mais alto nível de segurança em nossos serviços. "Procuraremos garantir o fornecimento de itens essenciais. Em caso de produto indisponível, pedimos compreensão, pois faremos tudo o que for possível para oferecer um substituto para o que você precisa.”

Rappi said também está entregando 70% de gel de álcool, desinfetantes e máscaras para os clientes pessoais para uso antes e durante a entrega de qualquer e todas as encomendas. "Estamos trabalhando em vários processos chave para garantir a qualidade do seu pedido, incluindo a importância de fechar todos os sacos de entrega com selos de segurança. Por isso, garantimos que ninguém tratou do seu pedido desde que saiu da cozinha do restaurante", disse ele.


Ele irá permitir uma opção de entrega doméstica sem contato físico. A empresa também criou um fundo para proteger a comunidade de parceiros de entrega e está importando milhares de géis antibacterianos e máscaras – além de realizar campanhas de educação, auto-cuidado e prevenção. Rappi recomenda aos clientes, ao receber o produto, desempacotar o conteúdo e, em seguida, lavar as mãos. Recomenda-se também a utilização de métodos de pagamento digitais para evitar o manuseamento de notas ou moedas.

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